quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Em silêncio, carreguemos nossa cruz

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Em geral, querem o s desempenhar nossas tarefas de maneira suave, sem dor nem sacrifícios. Entretanto, observando a vida dos grandes missionários, percebemos que eles enfrentaram muitos desafios e dificuldades, para alcançarem os objetivos de servir ao próximo.
Todo aquele que recebe do Plano Maior, a missão de trabalhar pelo bem comum, em geral o faz com espírito de renúncia e dedicação. Jesus, em seu Evangelho, nos oferece o seguinte ensinamento, que reforça esta nossa tese: “… Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.– Porquanto, aquele que quiser salvar a si mesmo, perder-se-á; e aquele que se perder por amor de mim e do Evangelho, se salvará – (Marcos, cap. 8, vv. 34 e 35.)
O que significa tomar sua cruz? Sinaliza-nos que devemos ter a consciência de que, durante o desempenho de uma tarefa, que vise a amenizar ou suprimir a dor dos que sofrem, muitos desafios teremos de superar.

A Grande Luz

 
Diante da escuridão, o homem atravessa os píncaros mais elevados do sofrimento.
A provação é inesperada, alcançando o seu coração, intensificando o seu interior de miasmas postulentos, impedindo-o de prosseguir.
Entretanto, uma pequena luz adentra o seu interior e eleva o seu ser…
Ele diz para si mesmo que é necessário prosseguir intimorato e resoluto, no afã de conseguir o bem…
Ele trabalha e serve, estuda e edifica o seu íntimo, buscando o que tem de melhor.
As trevas corrompem, mas a luz acende o coração, fertilizando a alma de bênçãos espirituais.

Homenageando “O Livro dos Médiuns”

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Em janeiro de 1861, há exatamente 150 anos, foi lançada em Paris, pelo Prof. H. L. D. Rivail (Allan Kardec), mais uma de suas obras, que compõem a codificação do Espiritismo: O Livro dos Médiuns. É um livro valioso, que deve ser estudado e colocado, em primeiro lugar, no estudo da mediunidade.
Kardec entendeu rapidamente, em suas pesquisas e experiências, que o intercâmbio com os Espíritos não é uma tarefa simples; ao contrário, exige preparo e qualificação das pessoas envolvidas no processo de comunicação.
Entendeu também que não basta a uma pessoa ter mediunidade; é preciso que ela saiba utilizá-la corretamente, a fim de que não lhe aconteça o que ocorreu com o servidor infiel da parábola dos talentos, que enterrou o seu talento na areia, temeroso de não corresponder aos desígnios do Senhor.
O dom da mediunidade é um presente de Deus para todos nós. Entretanto, a maioria dos que o possui, infelizmente negligencia, e termina não fazendo dele um instrumento voltado para o bem comum.
Quando lemos o capítulo I da referida obra, vemos que Kardec analisa a questão da existência do Espírito, e prova que, de fato, ele é uma realidade, uma força importante da natureza, influenciando o ser humano mais do que ele supõe (L. E. questão 459), e que, sem sua existência, muitos fenômenos permaneceriam sem explicações.

O Espiritismo não tem dono, patrão ou chefe!

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O Espiritismo não tem dono, patrão ou chefe. Sabemos disso, pois a Doutrina é dos Espíritos – ABC da 3.ª Revelação.
Estamos em 2010, ano do Centenário de nascimento do médium do século, o Kardec brasileiro, Chico Xavier. Chico, em nenhum momento, quis demarcar fronteiras entre os milhares de trabalhadores da Boa Nova.
Ao contrário, ele sempre apregoava a necessidade do surgimento de novos valores no campo da mediunidade, inclusive na psicografia.
O espírito Bezerra de Menezes, por seu intermédio, em 1957 – 53 anos atrás –, já nos alertava: “O livro mediúnico é comparável a melodia em que o medianeiro é o instrumento e o autor espiritual é o musicista. Quanto mais fiel o violino, mais sublimidade na peça”!

sábado, 30 de dezembro de 2017

Fé e Perseverança

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Três rapazes suspiravam por encontrar o Senhor, a fim de fazer-lhe rogativas.
Depois de muitas orações, eis que, certa vez, no campo em que trabalhavam, apareceu-lhes o carro do Senhor, guiado pelos anjos.
Radiante de luz, o Divino Amigo desceu da carruagem e pôs-se a ouvi-los.
Os três ajoelharam-se em lágrimas de júbilo e o primeiro implorou a Jesus o favor da riqueza. O Mestre, bondoso, determinou que um dos anjos lhe entregasse enorme tesouro em moedas.
O segundo suplicou a beleza perfeita e o Celeste Benfeitor mandou que um dos servidores lhe desse um milagroso unguento a fim de que a formosura lhe brilhasse no rosto.

Cada dia!!!

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Cada manhã na Terra é uma página em branco de que dispões no livro da vida, para fazer os melhores exercícios e testemunhos de elevação e bondade.
Não olvides que cada pessoa a cruzar-te o passo, na trilha das horas, é uma oportunidade de construção espiritual.
Seja qual for o motivo para desafeto, cultiva compreensão e amizade, observando que todo favor que possas prestar a benefício de alguém é uma chave que fabricas para a solução de teus problemas futuros.
Por mais claras as razões que justifiquem esse ou aquele comentário infeliz, procura encaixar uma frase edificante no círculo das palavras rudes que estejam sendo pronunciadas.